terça-feira, 30 de novembro de 2010

Pipe Masters | Aura de Andy Irons

A janela de espera para o 40º Pipeline Masters da história começa no próximo dia 8 de dezembro no Hawaii, válida como última etapa do ASP World Tour 2010, porém faltará um nome que ninguém jamais esquecerá: Andy Irons.

O havaiano deixou sua marca nessa etapa como nenhum outro surfista na história do esporte, com grandes feitos e atuações memoráveis nos tubos grandes e ocos do pico.

A história começou cedo. Desde muito jovem e dos tempos de colégio, ele aperfeiçoou sua técnica nessas ondas que sempre encarou sem medo e de uma maneira natural. Poucos surfistas já foram tão bem preparados assim cedo para este desafio.

Em 1996, com apenas 17 anos, ele foi o responsável pela eliminação do legend Derek Ho, além de alguns outros adversários de peso. Seis anos depois conquistou seu primeiro título mundial.

A janela de espera para o 40º Pipeline Masters da história começa no próximo dia 8 de dezembro no Hawaii, válida como última etapa do ASP World Tour 2010, porém faltará um nome que ninguém jamais esquecerá: Andy Irons.

O havaiano deixou sua marca nessa etapa como nenhum outro surfista na história do esporte, com grandes feitos e atuações memoráveis nos tubos grandes e ocos do pico.

A história começou cedo. Desde muito jovem e dos tempos de colégio, ele aperfeiçoou sua técnica nessas ondas que sempre encarou sem medo e de uma maneira natural. Poucos surfistas já foram tão bem preparados assim cedo para este desafio.

Em 1996, com apenas 17 anos, ele foi o responsável pela eliminação do legend Derek Ho, além de alguns outros adversários de peso. Seis anos depois conquistou seu primeiro título mundial.

A ausência de quem já venceu quatro vezes a etapa e foi três vezes campeão mundial será um enorme vazio silencioso no próximo Pipeline Masters.

O mesmo pico de Pipeline foi palco de algumas das maiores batalhas do ASP World Tour, protagonizadas por Andy Irons e Kelly Slater, entre 2003 e 2005. Talvez a maior rivalidade já vista no surf.

Na bateria final de 2003, Andy veio de trás do pico em movimentos aparentemente impossíveis e selou uma importante vitória sobre o ícone Kelly Slater.

Esse duelo com Slater, primeiro de muitos, se tornaria uma das batalhas mais celébres da história do esporte e rendeu ao havaiano o segundo de três títulos mundiais consecutivos, além de selar definitivamente sua reputação no mundo do surf competitivo e quebrar a aura de invencibilidade do norte-americano Kelly Slater.

O período de seis anos entre 2001 e 2006 é hoje conhecido como "Iron Age", já que Andy venceu nele quatro Pipeline Master e seu irmão Bruce Irons mais um. Na primeira década do século XXI, o nome Irons ficou estampadao nas furiosas ondas de Pipeline e Backdoor e representa uma contribuição valorosa para a evolução do surf.

A ausência de Andy Irons deixa um buraco tão grande como um tubo daqueles que quebra no terceiro reef, mas sua presença lendária continuará a ser sentida no local que ele tanto amava.

Fonte: http://triplecrownofsurfing.com/billabongpipemasters

Confira o vídeo da disputa entre Kelly e Andy - 2006


Leia Mais…

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Slater embala projeto



Depois da conquista do décimo título mundial, o norte-americano Kelly Slater anuncia seu novo e audacioso projeto: desenvolver a melhor piscina com ondas artificiais do mundo.

A ideia é criar piscinas com ondas tão perfeitas quanto às naturais, para que se possam realizar competições e treinos em qualquer lugar do mundo.

O projeto, batizado de Kelly Slater Wave Company, ou KS WaveCo., é feito em conjunto pelo surfista, seu empresário Bob McKnight e um especialista em ondas, baseado no QG de Slater em Culver City, na Califórnia (EUA).

Foram três anos de pesquisas até o início da construção de uma piscina teste em Los Angeles. “Assim que tivermos toda a tecnologia necessária vamos poder construir piscinas como esta em todo o mundo”, afirma Slater.

E o melhor surfista do mundo vai além: ele quer criar sistemas onde as ondas possam ser surfadas em lagos, desde que isso não afete o meio-ambiente. O visionário Kelly já até sonha com a possibilidade de campeonatos serem realizados nestas grandes piscinas.

“Gostaria de ver um circuito que incluísse algumas provas realizadas nestas ondas”, completa. O mundo já viu que, para Kelly Slater, nada é impossível.

Leia Mais…

Nas ondas do cloro



Muito bem estruturada e totalmente voltada ao turismo, Tenerife é uma das ilhas mais bonitas das Canárias. Aqui fomos recepcionados pelo brasileiro Dinho Hoffmann, que vive no arquipélago há oito anos e nos deu total estrutura.

Também tivemos a atenção de Pedro Venosa, que cuida da equipe Mormaii na Europa e ofereceu suporte para trabalharmos em todas as ilhas.

Fomos convidados para conhecer o maior parque aquático da Europa, o Siam Park, que tem a maior onda artificial do mundo e possui um visual incrível. Marcamos hora e caímos na água doce para uma longa sessão.

A onda é realmente incrível. Surfamos das 17 às 21 horas, a brincadeira é muito legal. Foram esquerdas, direitas e um visual muito psicodélico. Seis potentes turbinas geram ondas de até 1,5 metros, com um longo braço para a esquerda e uma direitinha mais curta.

Isabelle Nalu, filha do surfista Everaldo Pato Teixeira e da cinegrafista Fabiana Nigol, também esbaldou-se no Loro Park e passeou junto com golfinhos. Ela também recebeu um beijo de um grande leão-marinho no final. Muita vibe e alegria, os surfistas pareciam crianças e estavam esgotados depois de surfar uma centena de ondas.

Fonte: http://www.waves.com.br

Leia Mais…

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Para quem conhece o Matadeiro na Armação em Florianópolis, vai apavorar com esse dia de gala



Depois de 15 dias de poucas ondas em Florianópolis (SC), finalmente um novo swell de Leste atingiu a Ilha da Magia.

Com a previsão de vento Sul, tocamos a barca em direção à praia do Matadeiro. Comigo estavam o fotógrafo Marcio David e os surfistas Gui Tranquili e Riquinho (Ricardo Wendhausen).

O dia começou ensolarado e pela manhã as ondas chegaram a até 2 metros. À tarde, o tempo deu uma fechada e as ondas diminuíram. Mas, para sorte de surfistas como Adriano de Souza, as valas ganharam qualidade.



>>> Confira mais fotos na Waves

Leia Mais…

Sunny Garcia e três brasileiros vão à segunda rodada no WQS de Sunset

Miguel Pupo, Hizunome Bettero e Yuri Sodré avançam. Bernardo Pigmeu e Messias Felix dão adeus à segunda etapa da Tríplice Coroa Havaiana

Depois de ganhar o desafio das lendas em Haleiwa, o veterano Sunny Garcia começou bem sua participação no WQS de Sunset, na segunda disputa da Tríplice Coroa Havaiana. Melhor em sua bateria, o havaiano de 40 anos passou sem problemas para a segunda rodada. Três brasileiros também avançaram à próxima fase, mas dois foram eliminados.

Miguel Pupo se classificou depois de ficar no primeiro lugar da segunda bateria, com um somatório de 12,47, na frente de Chris Ward (EUA), Derek Ho (HAV) e Romain Cloitre (FRA).

Bernardo Miranda, o Pigmeu, conseguiu a segunda melhor onda do dia, com uma nota oito. Mesmo assim, o brasileiro ficou no quarto lugar da sua bateria, com 11,47, atrás do americano Tim Reyes (11,83) e dos havaianos Albee Layer (12,56) e Hank Gaskell (12,94), sendo eliminado.




Hizunome Bettero passou no segundo lugar da sétima bateria, com 9,27, atrás do havaiano Sunny Garcia (13,64). Na nona bateria, última desta quarta-feira, dois brasileiros disputaram um lugar na fase seguinte, e Yuri Sodré avançou em primeiro, com 12,83. Messias Felix, porém, ficou em quarto, com 5,17, atrás do americano Clay Marzo (9,33) e do havaiano Jesse Merle-Jones (9,93)

Os brasileiros Junior Faria, Rodrigo Dornelles, André Silva e Jerônimo Vargas ainda vão disputar suas baterias da primeira rodada.

Leia Mais…

Irons teria virado a noite em uma festa um dia antes da morte, diz revista

Companhia aérea afirma que esposa ligou 2h antes do voo Dallas/Honolulu para avisar que o surfista estava doente e não poderia embarcar no dia

Antes de chegar a Dallas, onde foi encontrado morto em um quarto de hotel, no dia 2 de novembro, o tricampeão mundial Andy Irons fez uma conexão em Miami e, para não perder o vôo rumo a Honolulu, no Havaí - marcado para as 6h30m do dia seguinte -, virou a noite em uma festa. A revelação foi feita pela revista americana "Go Outside", que aborda ainda os problemas que o surfista, durante boa parte da carreira, tinha com bebidas e, supostamente, substâncias ilícitas.

A revista revela também que Irons, em 1999, quase morreu depois de exagerar na bebida durante uma festa na Indonésia. Foi levado a um hospital local e reanimado. Era seu aniversário de 21 anos.

As causas da morte apenas serão conhecidas depois da divulgação dos exames toxicológicos. Uma das hipóteses é que o surfista tenha morrido em decorrência de complicações da dengue. Ele estaria usando remédios com efeitos similares ao da morfina, e essa medicação, combinada indevidamente ao quadro da doença, seria fatal.

Baseada em depoimentos de amigos que não quiseram se identificar e em informações dos funcionários do hotel e do aeroporto, a revista traça os últimos passos de Irons antes da morte. Ele saiu no dia 31 de outubro de Porto Rico - onde, doente, desistiu da etapa do Mundial -, depois de contar à família e aos amigos que estava com febre de dengue (a Associação dos Surfistas Profissionais mandou um médico examiná-lo. Embora tenha sido orientado a ir a um hospital, o surfista decidiu voltar para casa).

Irons chegou a Miami na noite do dia 31, um domingo. Como o voo para Dallas era às 6h30m, ele foi com amigos a uma festa em South Beach. O surfista teria tomado alguns drinks e deixado a festa às 4h, de táxi, direto para o aeroporto.

A família de Irons disse, logo após a morte, que, na manhã do dia 1º, o surfista foi impedido de embarcar de Dallas para o Havaí. Acusou a companhia e os organizadores do campeonato de negligência, mas depois voltou atrás. A American Airlines negou. De acordo com a revista, uma pessoa que se identificou como esposa do surfista telefonou duas horas antes do embarque. Lyndie, que está grávida de oito meses, teria dito que o marido estava doente, cancelado a passagem e remarcado para o mesmo voo, no dia seguinte.

Irons chegou a Dallas, vindo de Miami, às 8h35m do dia 1º, segunda-feira. O hotel Grand Hyatt fica no terminal D do aeroporto. O surfista fez o check in às 8h47m. Abriu a porta do quarto 324 às 8h49m, comeu um chocolate, tomou uma garrafa de água e dois refrigerantes.

No dia seguinte (2 de novembro), Isaac Ambriz, segurança do hotel, foi informado que o hóspede não respondera ao despertador. Às 9h43m, Ambriz entrou no quarto. Bateu na porta, mas não houve resposta. Entrou no quarto e viu o surfista sobre a cama.

Relatos da polícia dizem que foram encontrados frascos de remédios receitados. Eles foram comprados no dia 26 de outubro, um dia antes de o surfista chegar a Porto Rico. Os resultados dos exames toxicológicos ficarão prontos daqui a cerca de dois meses.

Leia Mais…

Começa o 2º desafio da Tríplice Coroa Havaiana em Sunset Beach



O´Neill World Cup of Surfing decisivo na briga pelas últimas vagas para o ASP Dream Tour

A segunda jóia da Triplice Coroa Havaiana foi iniciada no primeiro dia do prazo da O´Neill World Cup of Surfing em Sunset Beach. Na quarta-feira de boas ondas com 6-8 pés, rolaram nove baterias do último ASP Prime do ano e já foram definidas as quartas de final do penúltimo ASP Women´s Tour de 2010. A primeira ficou quase toda sul-americana, com a australiana Tyler Wright sendo a exceção na briga por duas vagas nas semifinais, contra a peruana Sofia Mulanovich e as brasileiras Silvana Lima e Bruna Schmitz.

A catarinense Jacqueline Silva, que confirmou seu retorno ao grupo das top-16 da ASP, semana passada em Haleiwa, foi convidada para participar da segunda jóia da Triplice Coroa Havaiana. Só que não achou ondas nas suas duas baterias, sendo eliminada na que fechou a quarta-feira em Sunset Beach. Mas, a paranaense Bruna Schmitz avançou nela, junto com a americana Sage Erickson e a australiana Claire Bevilacqua.

Sofia Mulanovich e Silvana Lima estrearam com vitórias e passaram direto para as quartas de final. A peruana ganhou a primeira bateria feminina da quarta-feira e a cearense venceu a terceira, competindo junto com Bruna Schmitz, que caiu para a repescagem. Depois de duas temporadas na elite mundial, a jovem paranaense está se despedindo do ASP Women´s Tour, pois não conseguiu manter sua vaga e terá que voltar ao WQS no ano que vem.

No masculino, ainda tem brasileiro disputando classificação na decisiva World Cup of Surfing, para quem não vai disputar o Billabong Pipeline Masters, como os brasileiros que estão na briga pelas últimas vagas para o ASP Dream Tour 2011. O catarinense Alejo Muniz está no grupo dos 32 primeiros do ranking unificado que formarão a elite, mas vai ter que defender a vaga em Sunset Beach. Mais três estão bem próximos da frente de batalha pelos últimos lugares na lista, o paulista Wiggolly Dantas (35.o do ranking), o carioca Raoni Monteiro (38.o) e o catarinense Willian Cardoso (42.o). Todos eles e mais quatro brasileiros fazem parte dos 32 pré-classificados que entram direto na segunda fase.

HAWAII X BRASIL - Outros nove e o uruguaio Marco Giorgi, que mora em Santa Catarina, foram escalados nas dezesseis baterias da rodada inicial, que deu a largada com nove confrontos disputados na quarta-feira. Cinco brasileiros já competiram e três se classificaram, com duas vitórias. O paulista Miguel Pupo ganhou o segundo do dia, despachando o ex-campeão mundial Derek Ho e o francês Romain Cloitre na estreia em Sunset Beach.

Já o paulista Hizunomê Bettero enfrentou três havaianos e passou atrás da fera Sunny Garcia, barrando Kevin Sullivan e Landon McNamara. Quem também vai encarar três havaianos na primeira rodada é o uruguaio Marco Giorgi, Mason Ho, Evan Valiere e Kamalei Alexander. O carioca Yuri Sodré também impediu uma dobradinha de locais com a vitória no confronto Havaí x Brasil da última bateria do masculino na quarta-feira. Jesse Merle-Jones ficou com a segunda vaga, com Clay Marzo e o cearense Messias Felix sendo eliminados.

MELHORES DO DIA - A outra única baixa do Brasil foi Bernardo Pigmeu. O pernambucano surfou uma das melhores ondas da quarta-feira, a nota 8 recebida foi a segunda maior do dia, mas faltou outra para somar e ele acabou superado por dois havaianos numa disputa definida por centésimos de diferença. O recordista do primeiro dia nas duas categorias foi o sul-africano Rudy Palmboom, que atingiu 15,34 pontos com o 8,67 da maior nota recebida em Sunset Beach.

BATERIAS DOS SULAMERICANOS NO ASP WORLD PRIME DE SUNSET BEACH:

PRIMEIRA FASE – 128 atletas – 3.o=97.o (206 pts) / 4.o=113.o (87 pts):
02: 1-Miguel Pupo (BRA), 2-Chris Ward (EUA), 3-Derek Ho (HAV), 4-Romain Cloitre (FRA)
04: 1-Hank Gaskell (HAV), 2-Albee Layer (HAV), 3-Tim Reyes (EUA), 4-Bernardo Pigmeu (BRA)
07: 1-Sunny Garcia (HAV), 2-Hizunomê Bettero (BRA), 3-Kevin Sullivan (HAV), Landon McNamara (HAV)
09: 1-Yuri Sodré (BRA), 2-Jesse Merle-Jones (HAV), 3-Clay Marzo (HAV), 4-Messias Felix (BRA)
--------------------ficaram para o próximo dia:
10: Glenn Hall (IRL), Junior Faria (BRA), Olamana Eleogram (HAV), Ezra Sitt (HAV)
12: Rodrigo Dornelles (BRA), Brian Toth (PRI), Solomon Ortiz (HAV), Ian Walsh (HAV)
13: Gony Zubizareta (ESP), André Silva (BRA), Gavin Gillette (HAV), Jonah Morgan (HAV)
14: Mason Ho (HAV), Marco Giorgi (URU), Evan Valiere (HAV), Kamalei Alexander (HAV)
16: Jeronimo Vargas (BRA), Jay Quinn (NZL), Makuakai Rothman (HAV), Danny Fuller (EUA)

SEGUNDA FASE – entrada de 32 pré-classificados (os dois primeiros das baterias):
02: Josh Kerr (AUS), Richard Christie (NZL), Miguel Pupo (BRA), Dege O´Connell (HAV)
05: Willian Cardoso (BRA), Gabriel Medina (BRA), Rudy Palmboom (AFR), T. J. Barron (HAV)
08: Wiggolly Dantas (BRA), Stu Kennedy (AUS), Myles Padaca (HAV), Hizunomê Bettero (BRA)
09: Aritz Aranburu (ESP), Dion Atkinson (AUS), Yuri Sodré (BRA) + 2.o da 10.a bateria da 1.a fase
10: Neco Padaratz (BRA), Tonino Benson (HAV), Jesse Merle-Jones (HAV) + 1.o da 10.a bateria
11: Jay Thompson (AUS), Pablo Paulino (BRA) + 1.o da 11.a bateria + 2.o da 12.a da 1.a fase
12: Raoni Monteiro (BRA), Nat Young (EUA) + 1.o da 12.a + 2.o da 11.a bateria da 1.a fase
15: Heitor Alves (BRA), Sebastien Zietz (HAV) + 1.o da 15.a bateria + 2.o da 16.a da 1.a fase
16: Alejo Muniz (BRA), Shaun Cansdell (AUS) + 1.o da 16.a + 2.o da 15.a bateria da 1.a fase

TERCEIRA FASE – 64 atletas – entrada dos 32 principais cabeças de chave:
12: Jadson André (BRA), Roy Powers (HAV) + 1.o da 12.a bateria da 2.a fase + 2.o da 11.a

Fonte: http://www.surfguru.com.br

Leia Mais…

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Slater vira estátua e 'dia' na Flórida

Escultura de bronze, de 3m de altura, é inaugurada em Cocoa Beach

Decacampeão mundial, o americano Kelly Slater ganhou homenagem em sua terra-natal, Cocoa Beach, na Flórida. Uma estátua de bronze de 3m de altura foi inaugurada na última terça-feira, em uma cerimônia que contou com a presença do surfista, de seus irmãos, Sean e Stephen, da mãe, Judy, e até do prefeito da cidade, Skip Beeler, que declarou o dia 17 de novembro de 2010 - data da conquista - como o "Dia Kelly Slater".

A artista plástica Natasha Drazich primeiro tinha feito uma versão da estátua em argila e, depois, arrecadou doações em dinheiro fazer uma outra, em bronze. O projeto foi abraçado pela Cocoa Beach Surfrider, um braço da Surfider Foundation, organização que tem por objetivo proteger praias.

A escultura foi feita em cima de uma foto tirada por Tom Dugan na década de 90, quando Slater ainda tinha cabelos.

Slater sagrou-se campeão mundial no dia 17, durante a etapa de Porto Rico do Circuito Mundial. A temporada terminará no em dezembro, a partir do dia 8, quando começa a janela de espera o Pipeline Masters.



(Retirado do Globo.com)

Leia Mais…

Família de Irons volta atrás e isenta ASP: 'Sabemos como ele era teimoso'

Depois de acusar a entidade de negligência, pais agradecem aos médicos pelos cuidados em Porto Rico: 'Ele estava determinado a voltar para casa'

Dois dias depois da morte do havaiano Andy Irons, o pai do surfista, Phil, acusou a organização da etapa de Porto Rico do Circuito Mundial e funcionários do aeroporto de Dallas de negligência. Nesta quinta-feira, porém, a Associação dos Surfistas Profissionais (ASP) divulgou uma carta da família. Tanto o pai quanto a mãe do tricampeão, morto em decorrência da dengue, voltaram atrás e, além de eximir a entidade de culpa, agradeceram. Eles lembraram que o surfista era teimoso e estava determinado a retornar para o Havaí, mesmo doente.

Na semana da morte, Phil não se conformava com o fato de os organizadores do campeonato terem deixado o surfista sair de Porto Rico. Ao chegar a Dallas para a conexão rumo ao Havaí, Andy Irons foi impedido de embarcar. Foi encontrado morto no dia seguinte, em um quarto de hotel.

- Gostaríamos de agradecer à equipe médica da ASP pelo papel que exerceu na etapa de Porto Rico e aos médicos aprovados pela ASP que atenderam o Andy. Eles foram profissionais e fizeram tudo o que podiam para cuidar da saúde dele. Sabemos o quão teimoso o Andy pode ser e, quando ele põe algo na cabeça, nada pode mudá-lo. Ele estava determinado a voltar para casa - disse Danielle, mãe do surfista.

No domingo, cerca de três mil pessoas foram a Hanalei, onde Andy morava, para um tributo. Lyndie, esposa e grávida de 8 meses, Bruce, irmão, e os pais jogaram as cinzas ao mar. Veja o vídeo da homenagem.

- Após o belo tributo no dia 14 de novembro, na praia amada de Andy, Hanalei Bay, a família Irons gostaria de estender seus sinceros agradecimentos a todos que nos apoiaram de todos os cantos do planeta. É como um abraço gigante, com os braços ao seu redor, de conforto - disse a mãe.

(Retirado do Globo.com)

Leia Mais…

Surfista de 16 anos surpreende mais uma vez e pega onda gigante em Jaws

Havaiano Tyler Larronde vai se inscrever no prêmio XX, o 'Oscar' do surfe

No ano passado, em pleno Natal, Tyler Larronde surpreendeu big riders com mais que o dobro de sua idade ao pegar uma onda gigante em Jaws. Nesta semana, mostrou que não se tratava de sorte de principiante. Aos 16 anos, o havaiano encarou uma enorme ondulação no famoso pico de surfe na ilha de Maui. Ele vai se inscrever no prêmio XXL, o "Oscar" do surfe em ondas grandes.

Tyler é filho de Michel Larronde, um dos principais surfistas franceses da década de 80. O pai, que nasceu no País Basco, mas foi criado na França, mudou-se para Maui, no Havaí, onde Tyler nasceu, em 1994. Ele também faz parte de um clube de surfe em Biarritz, na costa francesa.

(Retirado da Globo.com)

Leia Mais…

Billabong Nort Shore - Pipe Master



( De 8 à 20 de Dezembro, clique aqui para assistir ao vivo)

Leia Mais…

Critério de Julgamento WCT

Com diversas melhorias sendo colocadas em prática nesta temporada do ASP World Tour, o critério de julgamento da ASP foi refinado para refletir o progresso do esporte.

“É fundamental que o Critério de Julgamento ASP evolua, de modo a refletir a realidade do surf de alta performance que está sempre progredindo”, disse Perry Hatchett, Head Judge da ASP. “A revisão dos critérios para 2010 é o resultado de discussões entre o nosso conceituado painel de juízes e os melhores surfistas do mundo.”

Critério de Julgamento da ASP a partir de 2010:

Os atletas devem surfar de acordo com os elementos-chave do Julgamento da ASP para maximizar o seu potencial de pontuação.

Os juízes analisam os seguintes elementos principais ao computar as notas das ondas:

•Comprometimento e Grau de Dificuldade
•Manóbras Inovadoras e Progressivas
•Combinação das Principais Manobras
•Variedade de Manobras
•Velocidade, Potência e Fluidez

* É importante atentar que a ênfase em determinados elementos depende da localização, das condições do dia e das alterações que estas condições venham a sofrer durante o dia.

Escala de Notas

0.0 - 1.9: Fraca
2.0 - 3.9: Razoável
4.0 - 5.9: Média
6.0 - 7.9: Boa
8.0 - 10.0: Excelente

“A parte final do Critério de Julgamento da ASP revisado é crucial”, disse Hatchett. “Os surfistas e fãs do esporte precisam compreender que certos aspectos do surf terão maior peso na pontuação, dependendo da localização e das condições no local. Por exemplo, a mesma abordagem para surfar Trestles em condições clássicas, não tem o mesmo valor se aplicada em Pipeline clássico - Condições clássicas em Trestles são mais um convite à execução de Manóbras Inovadoras e Progressivas. Já Pipeline clássica, vai exigir do surfista maior Comprometimento e Grau de Dificuldade.”

Os critérios acima citados serão aplicados aos eventos do ASP World Tour, do ASP Women's World Tour, do ASP World Qualifying Series (WQS) e do ASP Pro Junior.

(Retirado do Rip Curl Pro Search)

Leia Mais…

Como funciona o novo formato do World Tour?

Veremos duas mudanças-chave no ASP Men's World Tour 2010:

1. A redução do número de competidores. Como um ano de transição para ambas as mudanças, antes da redução, 2010 verá os Top 45 da ASP competirem nos cinco primeiros eventos do ASP World Tour (Gold Coast, Bells Beach, Brasil, Jeffreys Bay, e Tahiti). A partir da etapa do Tahiti, os 32 surfistas melhor classificados, dos 45 originais, se tornarão os "Top 32 da ASP". Estes, portanto, vão competir nos cinco eventos remanescentes do ASP World Tour (Trestles, França, Portugal, Pesquisa e Pipeline) e passarão a ser os únicos surfistas (além dos wildcards) competindo nos eventos de elite do ASP World Tour.

2. A segunda grande mudança que acontece em 2010 é a transição para o ASP World Ranking System. Este sistema combinará a classificação dos surfistas de modo a incluir tanto os resultados dos eventos do ASP World Tour, como também do ASP World Qualifying Series (WQS). Esta combinação de resultados cria uma melhor imagem do percurso de carreira dos atletas na ASP, e a simplicidade do ASP World Ranking sistema vai ajudar futuramente na penetração da audiência não-endêmica. A ASP Internacional e seus parceiros estão muito animados com as mudanças e estamos ansiosos para mais um excelente ano de surf.

Para ler em detalhes como as classificações funcionam a partir de 2010, acesse: htttp://www.aspworldtour.com/about-asp/frequently-asked-questions/


O que significa "wildcard" do evento?
Um wildcard é um surfista não pertencente a elite da ASP, mas que recebe permissão para competir em um evento do ASP World Tour. O wildcard é geralmente atribuído pelo patrocinador do evento, concedido através da realizacão de triagens ou por entrada automática, a critério do organizador do evento e da ASP.



Típicos candidatos a wildcard de um evento do ASP World Tour, normalmente, vem da equipe do patrocinador, do local do evento, ou ambos. Estes surfistas não só completam a lista de atletas inscritos e/ou preenchem as vagas dos surfistas contundidos, mas também trazem novas caras e desafios emocionantes para a elite do ASP World Tour.



A maioria dos eventos do ASP Women's World Tour tem só uma wildcard, enquanto a maioria dos eventos masculinos tem três.


Quanto tempo leva para se realizar um campeonato?
A duração de um evento varia de acordo com a quantidade de surfistas participantes da competição e com o formato a ser utilizado. A quantidade de surfistas numa competição vai determinar quantas baterias, que vão determinar quantas rodadas serão necessárias para se coroar um campeão.

 



São necessários aproximadamente três ou quatro dias inteiros de competição para se completar um evento do ASP World Tour masculino. O período mínimo de espera para qualquer etapa masculina do ASP World Tour é de oito dias, enquanto que para os eventos femininos é de cinco dias.


O que é um período de espera?
O período de espera é o tempo disponível que os organizadores tem para realizar um evento. Ter um período de espera maior que o tempo necessário para se concluir a competição, permite aos organizadores serem seletivos ao realizar as baterias. Isso dá tanto aos surfistas como aos espectadores a vantagem de ter o evento acontecendo nas melhores condições possíveis.


O que é "prioridade" em uma competição?
A prioridade é obrigatória em todas as baterias homem-a-homem. O surfista com a prioridade tem o direito incondicional de escolher surfar a onda para direita ou para esquerda. O surfista sem a prioridade não pode surfar a mesma onda que o surfista com prioridade, independentemente da direção e da distância entre eles, a menos que o surfista sem prioridade não impeça o potencial de pontuação do surfista com a prioridade. Neste caso, o surfista sem a prioridade pontuará um zero.

No início da bateria, uma vez que a primeira onda foi surfada, o surfista remanescente no outside recebe a prioridade automaticamente. Um surfista perderá prioridade, se ao pegar uma onda, retirar suas mãos das bordas com o intuito de se levantar. No caso dos dois surfistas pegarem ondas no inside, o primeiro surfista a chegar ao outside obterá a prioridade. O direito de prioridade é indicado pelas bandeiras coloridas na área de competição.

A Regra de Prioridade serve a vários propósitos:


Primeiro, a regra de prioridade busca eliminar o confronto dos surfistas pelas ondas. Sem a prioridade, os atletas teriam que lutar pelas ondas com seus companheiros. A regra de prioridade permite que os surfistas se concentrem muito mais em seu desempenho no surf, ao invés da disputa com seus adversários.

Em segundo lugar, a regra de prioridade torna o julgamento mais simples, uma vez que impede os atletas de surfarem a mesma onda. Com o incentivo de um surfista por onda, os juízes podem focar melhor em cada performance individual.



Finalmente, a regra de prioridade permite que um elemento tático exista no surf competitivo. Os surfistas tendem a se tornar muito mais seletivos na escolha de suas ondas, a fim de reter prioridade para atingir a pontuação ideal.

A regra de prioridade não existe na primeira rodada das competições do World Tour, a menos que o novo formato de eliminação homem-a-homem esteja sendo utilizado.

A regra de prioridade foi instituída em meados de 1980 e vem sendo modificada ao longo dos anos para manter o surf competitivo sempre atualizado.

(Retirado do Rip Curl Pro Search 2010)

Leia Mais…

Novos Projetos do Kelly Slater..

Decacampeão mundial anuncia projeto inédito de piscina de ondas para surf

Após a conquista do décimo título mundial de surf, as perguntas que todos faziam para Kelly Slater: ele vai parar ou vai além? Depois de merecido descanso, que durou duas semanas, Slater anuncia seu novo e audacioso projeto: desenvolver a melhor piscina com ondas artificiais para a prática de surf.

A ideia é criar piscinas com ondas tão perfeitas quanto às naturais, para a que se possam realizar competições e treinos em qualquer lugar do mundo. O projeto, batizado de Kelly Slater Wave Company, a KS WaveCo., é feito em conjunto pelo surfista, seu empresário, Bob McKnight - da Quiksilver - e um especialista em ondas, baseado no QG de Slater, em Culver City, na Califórnia.

Foram três anos de pesquisas, até o início da construção de uma piscina-teste, em Los Angeles. “Assim que tivermos toda a tecnologia necessária vamos poder construir piscinas como essa em todo o mundo”, afirma Slater. E o melhor surfista do mundo vai além: ele quer criar sistemas onde as ondas possam ser surfadas em lagos, desde que isso não afete o meio-ambiente.

Kelly, visionário nato, já até sonha com a possibilidade de campeonatos serem realizados nessas grandes piscinas. “Gostaria de ver um Circuito que incluísse algumas provas realizadas nestas ondas”, completa. E o mundo viu que, para Kelly, nada é impossível.


Site Oficial Kelly Slater
www.kellyslater.com

Site Projeto KS WaveCo
www.kswaveco.com


You Tube
www.youtube.com/user/KSWaveCo

Por: Suzana Campos
(Retirado do DiskSurf)

Leia Mais…

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Joaca de Gala!

Nos últimos dias 19 e 20 de outubro, um swell de Sudeste gerado por um ciclone em alto-mar fez a Joaquina (SC) bombar altas ondas.

Segundo a fotógrafa Sibele Schafer, a galera do tow in marcou presença com Romeu Bruno, Abacaxi, Formiga, Adriano Bola, Paulo Moura e Dudu Schutz, entre outros.

O outside também recebeu alguns surfistas atirados na remada.

De olho na movimentação na água, Sibele registrou alguns momentos do swell na ilha de Florianópolis.

(Retirado da Waves)

Leia Mais…

Swell faz a alegria do crowd

A última quarta-feira (20/10) foi um daqueles dias especiais em Florianópolis (SC). O mar amanheceu com 1,5 metros e subiu rapidamente.

Às 12 horas, já havia 2 metros ou mais. O sol brilhava forte, deixando as cores do céu e do mar bonitas. O vento estava fraquinho.

Depois de conferir, via Nextel, o boletim de alguns picos mais ao Sul com meu amigo e fotógrafo Marcio David, decidi checar os picos mais tradicionais como a Joaquina e praia Mole.

Nesta hora ainda não havia ninguém na água em ambos os picos. Passei então no centro de treinamento Aragua, localizado no canto direito da praia Mole, e armei uma com Netão (José Filomeno Neto), chefe de equipe da Mormaii.

Combinamos de fazer umas fotos na praia da Galheta com os atletas Gabriela Leite e Vicente Romero.

Chegando ao pico, já estavam na água Willian Oliveira, Franklin Serpa, Felipe Teixeira e Leandro Moulin. Tudo perfeito para registrar mais um dia de altas ondas na ilha.

A publicação deste conteúdo é uma cortesia do fotógrafo James Thisted.

(Retirado da Waves)

Leia Mais…

Joaca para no tempo

Depois de alguns dias de chuva, no último dia 15 de outubro o sol voltou a brilhar na praia da Joaquina, Florianópolis (SC).


A luz forte refletia nos tubos, momento que permitiu registros únicos, perceptíveis apenas para aqueles que surfam e integram-se com este meio.


Congelada nas fotos, esta energia traduz uma viagem que nos faz querer viver cada dia mais e também cuidar sempre da natureza.

(Retirado da Waves)

Leia Mais…

Vanguarda do surf

Recentemente fui ao litoral Sul catarinense para fazer um trabalho de fotografia e visitar algumas fábricas de roupa de borracha.


Entou um bom swell e aproveitei para tirar algumas fotos da galera. Foram três dias de altas ondas ao lado do ex-top da elite mundial, Renan Rocha, junto com alguns amigos e locais.


A beleza do litoral brasileiro é incontestável e as praias de Santa Catarina são exuberantes, com uma grande fauna e flora nativa. Temos que continuar preservando.


Confira acima na galeria de fotos os três dias de altas ondas no litoral Sul catarinense.

(Retirado da Waves)

Leia Mais…

Pipeline pra ninguem colocar defeito...

No último domingo (14/11), um swell perfeito de Noroeste atingiu a ilha de Oahu no Hawaii e quebrou com perfeição em diversas bancadas do North Shore.


Enquanto o Reef Hawaiian Pro estava paralisado em função das homenagens póstumas ao tricampeão mundial Andy Irons que aconteciam no Kauai, alguns sortudos que ficaram em Oahu curtiram um Pipeline clássico.


A fotógrafa da ASP Kirstin Scholtz estava na área e registrou este fim de tarde mágico. O resultado você confere na galeria acima.

(Retirado da Waves)

Leia Mais…

Turbilhão formado na Joaca



Recentemente, um bom swell na cidade de Florianópolis (SC) ligou mais uma vez a máquina de ondas na praia da Joaquina.

Isso aconteceu na época da morte de Andy Irons e do décimo título mundial do seu maior rival e amigo Kelly Slater. Foi uma semana de um verdadeiro turbilhão de emoções.

Produzi este clip com uma música do Foo Fitghers, banda que remete muito ao surf de Andy Irons. Ao escutar My Hero, percebi que tinha muito a ver com o momento, então resolvi colocar a tradução da letra.


Confira acima o vídeo feito pelo videomaker Marco Dias em homenagem ao surfista Andy Irons. Para obter mais informações sobre o seu trabalho, envie mensagem para marcosurf05@hotmail.com.


Foto da reportagem James Thisted
(Retirado da Waves)

Leia Mais…