segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Slater lança empresa para criar ondas artificiais para lazer e competição

Projeto, que começou em 2005, prevê a criação de piscinas que possam tanto ser usadas para treinos quanto para campeonatos

Enquanto ainda decide se vai se aposentar ou não, Kelly Slater entrou de cabeça em uma nova onda. Artificial. O americano de 38 anos e decacampeão mundial lançou na terça-feira a Kelly Slater Wave Company, ou KS WaveCo. Trata-se de uma empresa especializada em criar piscinas de ondas artificiais que possam, no futuro, receber competições.

O projeto começou em 2005, quando Slater convidou um especialista para estudar a formação das ondas no oceano. Eles se reuniam em Culver City, na Califórnia (EUA). A primeira piscina de teste foi construída em Los Angeles. E há um projeto de um parque aquático em Portland.

- Até agora, não havia uma onda artificial que reproduzisse o sentimento natural de surfar uma onda de verdade. Queríamos criar uma verdadeira experiência de surfe. Mas agora sabemos como gerar e controlar os elementos que produzem ondas iguais às dos oceanos. Nossa tecnologia pode criar ondas para iniciantes e profissionais.

A onda é gerada pelo lado de fora de uma piscina circular, com uma ilha no meio. Com isso, a onda se quebra "eternamente" sobre a faixa de areia.

- Gostaria de que fosse uma onda padrão para os dias em que o oceano não está bom.

Fonte: http://www.globo.com

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Casa de Slater, costa leste dos EUA deve ganhar etapa do Circuito Mundial

ASP reserva data no calendário de 2011. 'Vem coisa boa por aí', diz diretor

Patinho feio do surfe americano, a costa leste dos Estados Unidos tem boas chances de entrar na elite do Circuito Mundial. A Associação dos Surfistas Profissionais (ASP) reservou uma data para um possível campeonato na região e, embora ainda tenha que confirmar patrocinadores, está animada. E despita ao ser perguntada sobre a possibilidade de a escolha ter a ver com Kelly Slater, decacampeão mundial e local de Cocoa Beach, na Flórida.

- Temos que esperar. Vem notícia muito boa por aí! - respondeu Renato Hickel, diretor do Circuito Mundial.

Depois de conquistar o décimo título, Slater ganhou uma estátua em Cocoa Beach e, nesta semana, anunciou oficialmente a Kelly Slater Wave Company, ou KS WaveCo. Trata-se de uma empresa especializada em criar piscinas de ondas artificiais que possam, no futuro, receber competições. Ele, todavia, ainda não sabe se continuará competindo em 2011.

A competição da costa leste será em setembro, dias antes do campeonato de Trestles, na Califórnia. De lá, os surfistas seguirão para Portugal.

A etapa brasileira foi confirmada para o Rio de Janeiro, e não mais em Imbituba (SC). Será de 11 a 22 de maio, com a maior premiação da temporada: US$ 500 mil. As outras oferecem US$ 425 mil.


Calendário circuito mundial 2011 (WCT)

26 de fevereiro a 9 de março - Gold Coast, Austrália
19 a 30 de abril - Bells Beach, Austrália
11 a 22 de maio - Rio de Janeiro, Brasil
14 a 24 de julho - Jeffreys Bay, África do Sul
20 a 31 de agosto - Teahupoo, Taiti
3 a 12 de setembro - a confirmar costa leste americana
16 a 24 de setembro - Trestles, EUA
15 a 24 de outubro - Peniche, Portugal
1 a 11 de novembro - Etapa móvel - lugar não divulgado
8 a 20 de dezembro - Pipeline, Havaí


Fonte: http://www.globo.com

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Ilha do Surf - MISTERIÓSA



Com a chegada do verão as ondas na Ilha do Surf começam a diminuir o ritmo com a predominância das Lestadas. Os turistas que chegam para desfrutar das nossas ondas ficam em pânico com o crowd e a falta de onda, mas para nossa alegria local, temos muitas alternativas nessa ilha misteriosa e cheia de segredos..
Vamos começa abrindo com uma spot do sul da ilha, que em dias clássicos quebra com qualidade internacional..



Com uma bancada compacta de areia e pedra, cria uma direita Backdoor com uma perfeição tremenda. Com acesso limitado essa praia fica a disposição dos locais.



Estacionamento na boca da trilha proporciona certa segurança para quem pretende acampar no local. Caminha de aproximadamente 45 minutos não empolga muito a raça “bate-volta”, vale a pena estudar um swell de Sul/Sudeste para o final de semana e montar barraca nesse pico.



Esse pico é praticamente um Secret Spot, situado ao norte da ilha, um pointbreak com direitas longas ao estilo Jefreys, com sua pouca divulgação, raridade no swell ideal que seria uma “lestada ressaca” e a variedade de praias na ilha acaba ficando esquecido até mesmo pelos locais. Mas sou obrigado a colocá-lo aqui, pois a onda é inesquecível quem pego uma dessas direitas com 1 metrão nunca mais vai querer outra coisa. Resumindo o spot em poucas palavras, “Uma Lenda!”.



Outro spot parecido com o de cima, uma diferença, drop 1 metrão de frente para as pedras exigindo total habilidade para não se machucar. Um lugar com menos freqüência mas que vale a pena dar uma olhada quando a “lestada ressaca” bater.



Esse spot na realidade é o meu preferido, um dos picos mais constante da ilha e menos povoado em todos os sentidos. Essa onda com qualidade internacional quebra para os dois lados e tem uma fabrica de ondas na sua faixa de areia de mais ou menos 800m. Tem direita e esquerdas para todos os gostos: cavada, escorrida, gorda, tubular, drop rapido, drop devagar, duas bancadas( uma mais no inside que em dias grandes quebra até meio-metrao perfeito e a bancada no mais no fundo que de fundo nao tem nada com agua no peito quebrando de 1 metrão pra cima com total perfeição). Segura qualquer ondulação. No costão quebra uma esquerda longuissíma de frente para as pedras na foto arquivo esta quebrando meio metrão na primeira bancada.

Seja um surfista de alma.. e vá em busca da onda perfeita!!!


Aloha!

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Coisas que só a Ilha do Surf pode proporcionar


No segundo dia do swell de Leste que atingiu a costa de Santa Catarina, recebi uma ligação dos mesmos parceiros da session anterior no Matadeiro.

Gui Tranquili, Riquinho (Ricardo Wendhausen) e Marcio David me avisaram que estavam a caminho da praia do Moçambique, Florianópolis (SC).

Não pensei duas vezes, juntei o equipamento e fui também. O mar havia baixado e um maralzinho fraco soprava, mesmo assim ainda rolaram boas ondas.

Chegando à praia, encontrei Binho Nunes e acabei parando para fotografar na vala mais tradicional da praia, enquanto Gui e Riquinho surfavam em uma vala mais para a esquerda.

No dia seguinte, com a previsão de um período maior na ondulação e ventos mais fracos, as expectativas eram boas para o terceiro dia do swell em Floripa. Acordei cedo e apesar do dia nublado segui para a praia da Joaquina.

As previsões se concretizaram, o mar subiu e ganhou qualidade. A presença dos surfistas com carimbo WT Marco Polo e Adriano Mineirinho deram mais brilho para a sessão.

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sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Raoni Monteiro vence o WQS de Sunset

Em final inesperada, brasileiro leva a melhor. Australiano Julian Wilson foi o segundo

Raoni Monteiro foi o grande vencedor do WQS de Sunset. Em uma final disputada nesta sexta-feira por nomes pouco cotados, o brasileiro (38º no ranking) conseguiu a melhor pontuação, 14.37, após um total de oito ondas. Em segundo ficou o australiano Julian Wilson (41º), com 14.20.

Em terceiro lugar ficou o havaiano Granger Larsen (47º), com 12.47, e Josh Kerr (32º), da Austrália, fechou a bateria em quarto, com 11.66.

A inesperada final não contou com os surfistas considerados favoritos. O bicampeão Mick Fanning caiu na semifinal; o segundo do ranking, Jordy Smith, saiu nas quartas por uma interferência; Joel Parkinson, que ganhou a última etapa em Haleiwa, também foi eliminado nas quartas. Já o brasileiro Jadson Andre caiu na quarta rodada.

Além de Raoni e Jadson, outros dois brasileiros tiveram participação destacada WQS de Sunset. Wiggolly Dantas chegou até a quarta fase e Alejo Muniz, que luta por uma vaga no Circuito Mundial em 2011, caiu nas quartas-de-final.


Fonte: http://esportes.globo.com/

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terça-feira, 30 de novembro de 2010

Pipe Masters | Aura de Andy Irons

A janela de espera para o 40º Pipeline Masters da história começa no próximo dia 8 de dezembro no Hawaii, válida como última etapa do ASP World Tour 2010, porém faltará um nome que ninguém jamais esquecerá: Andy Irons.

O havaiano deixou sua marca nessa etapa como nenhum outro surfista na história do esporte, com grandes feitos e atuações memoráveis nos tubos grandes e ocos do pico.

A história começou cedo. Desde muito jovem e dos tempos de colégio, ele aperfeiçoou sua técnica nessas ondas que sempre encarou sem medo e de uma maneira natural. Poucos surfistas já foram tão bem preparados assim cedo para este desafio.

Em 1996, com apenas 17 anos, ele foi o responsável pela eliminação do legend Derek Ho, além de alguns outros adversários de peso. Seis anos depois conquistou seu primeiro título mundial.

A janela de espera para o 40º Pipeline Masters da história começa no próximo dia 8 de dezembro no Hawaii, válida como última etapa do ASP World Tour 2010, porém faltará um nome que ninguém jamais esquecerá: Andy Irons.

O havaiano deixou sua marca nessa etapa como nenhum outro surfista na história do esporte, com grandes feitos e atuações memoráveis nos tubos grandes e ocos do pico.

A história começou cedo. Desde muito jovem e dos tempos de colégio, ele aperfeiçoou sua técnica nessas ondas que sempre encarou sem medo e de uma maneira natural. Poucos surfistas já foram tão bem preparados assim cedo para este desafio.

Em 1996, com apenas 17 anos, ele foi o responsável pela eliminação do legend Derek Ho, além de alguns outros adversários de peso. Seis anos depois conquistou seu primeiro título mundial.

A ausência de quem já venceu quatro vezes a etapa e foi três vezes campeão mundial será um enorme vazio silencioso no próximo Pipeline Masters.

O mesmo pico de Pipeline foi palco de algumas das maiores batalhas do ASP World Tour, protagonizadas por Andy Irons e Kelly Slater, entre 2003 e 2005. Talvez a maior rivalidade já vista no surf.

Na bateria final de 2003, Andy veio de trás do pico em movimentos aparentemente impossíveis e selou uma importante vitória sobre o ícone Kelly Slater.

Esse duelo com Slater, primeiro de muitos, se tornaria uma das batalhas mais celébres da história do esporte e rendeu ao havaiano o segundo de três títulos mundiais consecutivos, além de selar definitivamente sua reputação no mundo do surf competitivo e quebrar a aura de invencibilidade do norte-americano Kelly Slater.

O período de seis anos entre 2001 e 2006 é hoje conhecido como "Iron Age", já que Andy venceu nele quatro Pipeline Master e seu irmão Bruce Irons mais um. Na primeira década do século XXI, o nome Irons ficou estampadao nas furiosas ondas de Pipeline e Backdoor e representa uma contribuição valorosa para a evolução do surf.

A ausência de Andy Irons deixa um buraco tão grande como um tubo daqueles que quebra no terceiro reef, mas sua presença lendária continuará a ser sentida no local que ele tanto amava.

Fonte: http://triplecrownofsurfing.com/billabongpipemasters

Confira o vídeo da disputa entre Kelly e Andy - 2006


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segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Slater embala projeto



Depois da conquista do décimo título mundial, o norte-americano Kelly Slater anuncia seu novo e audacioso projeto: desenvolver a melhor piscina com ondas artificiais do mundo.

A ideia é criar piscinas com ondas tão perfeitas quanto às naturais, para que se possam realizar competições e treinos em qualquer lugar do mundo.

O projeto, batizado de Kelly Slater Wave Company, ou KS WaveCo., é feito em conjunto pelo surfista, seu empresário Bob McKnight e um especialista em ondas, baseado no QG de Slater em Culver City, na Califórnia (EUA).

Foram três anos de pesquisas até o início da construção de uma piscina teste em Los Angeles. “Assim que tivermos toda a tecnologia necessária vamos poder construir piscinas como esta em todo o mundo”, afirma Slater.

E o melhor surfista do mundo vai além: ele quer criar sistemas onde as ondas possam ser surfadas em lagos, desde que isso não afete o meio-ambiente. O visionário Kelly já até sonha com a possibilidade de campeonatos serem realizados nestas grandes piscinas.

“Gostaria de ver um circuito que incluísse algumas provas realizadas nestas ondas”, completa. O mundo já viu que, para Kelly Slater, nada é impossível.

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Nas ondas do cloro



Muito bem estruturada e totalmente voltada ao turismo, Tenerife é uma das ilhas mais bonitas das Canárias. Aqui fomos recepcionados pelo brasileiro Dinho Hoffmann, que vive no arquipélago há oito anos e nos deu total estrutura.

Também tivemos a atenção de Pedro Venosa, que cuida da equipe Mormaii na Europa e ofereceu suporte para trabalharmos em todas as ilhas.

Fomos convidados para conhecer o maior parque aquático da Europa, o Siam Park, que tem a maior onda artificial do mundo e possui um visual incrível. Marcamos hora e caímos na água doce para uma longa sessão.

A onda é realmente incrível. Surfamos das 17 às 21 horas, a brincadeira é muito legal. Foram esquerdas, direitas e um visual muito psicodélico. Seis potentes turbinas geram ondas de até 1,5 metros, com um longo braço para a esquerda e uma direitinha mais curta.

Isabelle Nalu, filha do surfista Everaldo Pato Teixeira e da cinegrafista Fabiana Nigol, também esbaldou-se no Loro Park e passeou junto com golfinhos. Ela também recebeu um beijo de um grande leão-marinho no final. Muita vibe e alegria, os surfistas pareciam crianças e estavam esgotados depois de surfar uma centena de ondas.

Fonte: http://www.waves.com.br

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sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Para quem conhece o Matadeiro na Armação em Florianópolis, vai apavorar com esse dia de gala



Depois de 15 dias de poucas ondas em Florianópolis (SC), finalmente um novo swell de Leste atingiu a Ilha da Magia.

Com a previsão de vento Sul, tocamos a barca em direção à praia do Matadeiro. Comigo estavam o fotógrafo Marcio David e os surfistas Gui Tranquili e Riquinho (Ricardo Wendhausen).

O dia começou ensolarado e pela manhã as ondas chegaram a até 2 metros. À tarde, o tempo deu uma fechada e as ondas diminuíram. Mas, para sorte de surfistas como Adriano de Souza, as valas ganharam qualidade.



>>> Confira mais fotos na Waves

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Sunny Garcia e três brasileiros vão à segunda rodada no WQS de Sunset

Miguel Pupo, Hizunome Bettero e Yuri Sodré avançam. Bernardo Pigmeu e Messias Felix dão adeus à segunda etapa da Tríplice Coroa Havaiana

Depois de ganhar o desafio das lendas em Haleiwa, o veterano Sunny Garcia começou bem sua participação no WQS de Sunset, na segunda disputa da Tríplice Coroa Havaiana. Melhor em sua bateria, o havaiano de 40 anos passou sem problemas para a segunda rodada. Três brasileiros também avançaram à próxima fase, mas dois foram eliminados.

Miguel Pupo se classificou depois de ficar no primeiro lugar da segunda bateria, com um somatório de 12,47, na frente de Chris Ward (EUA), Derek Ho (HAV) e Romain Cloitre (FRA).

Bernardo Miranda, o Pigmeu, conseguiu a segunda melhor onda do dia, com uma nota oito. Mesmo assim, o brasileiro ficou no quarto lugar da sua bateria, com 11,47, atrás do americano Tim Reyes (11,83) e dos havaianos Albee Layer (12,56) e Hank Gaskell (12,94), sendo eliminado.




Hizunome Bettero passou no segundo lugar da sétima bateria, com 9,27, atrás do havaiano Sunny Garcia (13,64). Na nona bateria, última desta quarta-feira, dois brasileiros disputaram um lugar na fase seguinte, e Yuri Sodré avançou em primeiro, com 12,83. Messias Felix, porém, ficou em quarto, com 5,17, atrás do americano Clay Marzo (9,33) e do havaiano Jesse Merle-Jones (9,93)

Os brasileiros Junior Faria, Rodrigo Dornelles, André Silva e Jerônimo Vargas ainda vão disputar suas baterias da primeira rodada.

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